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O conceito

Três coisas ao mesmo tempo: material biológico, registro e responsabilidade

Um banco não é um depósito. É a combinação de uma amostra viável, de um histórico que a acompanha e de uma cadeia de responsáveis por cada etapa.

A amostra

Oócitos de doadoras que passaram por triagem clínica, laboratorial e genética conforme os critérios estabelecidos, e que assinaram consentimento livre e esclarecido.

O registro

Identificação individual e histórico documentado, do momento da triagem até a utilização terapêutica — recuperável, e sempre sob sigilo.

A responsabilidade

Cada etapa tem um responsável definido: a Gameta’s, o laboratório, a logística especializada e o serviço de Reprodução Humana Assistida que conduz o tratamento.

Por que criopreservar

O congelamento é o que separa a coleta do tratamento

A criopreservação permite que a coleta da doadora e o tratamento da receptora aconteçam em momentos diferentes, sem que os ciclos precisem coincidir.

  • Desvincula o calendário da doadora do calendário da receptora
  • Permite concluir a triagem e a conferência antes da liberação
  • Torna possível o transporte para a clínica que conduz o tratamento
  • Mantém a identificação individual da amostra durante toda a guarda

Criopreservação

Congelamento sob protocolo técnico definido.

Armazenamento

Guarda controlada, com registro de posição e condições.

Transporte

Logística especializada, quando aplicável.

Da doadora à utilização

As dez estações por onde a amostra passa

A mesma cadeia que sustenta a rastreabilidade descreve o funcionamento do banco.

  1. 01

    Doadora

    Origem da amostra, com histórico e consentimento registrados.

  2. 02

    Triagem

    Avaliação clínica, laboratorial e genética conforme os critérios do programa.

  3. 03

    Identificação

    A amostra recebe identificação individual que a acompanha até o fim.

  4. 04

    Coleta

    Procedimento conduzido pelo serviço responsável, com registro da data e das condições.

  5. 05

    Processamento

    Manipulação laboratorial dentro de protocolos técnicos definidos.

  6. 06

    Criopreservação

    Congelamento que permite armazenar o oócito preservando sua viabilidade.

  7. 07

    Armazenamento

    Guarda controlada, com registro de posição e condições.

  8. 08

    Transporte

    Logística especializada, com protocolo de integridade e identificação.

  9. 09

    Clínica

    Recebimento e conferência pelo serviço de Reprodução Humana Assistida.

  10. 10

    Utilização

    Uso terapêutico documentado, fechando a história daquela amostra.

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Seleção e liberação

Nada sai do banco sem conferência

A busca considera os critérios da solicitação; a liberação depende do cumprimento de todos os requisitos aplicáveis.

Seleção no banco

São avaliadas as informações disponíveis das doadoras que estejam aptas e liberadas para utilização, segundo os critérios previamente definidos.

Conferência dos requisitos

Antes da liberação, os requisitos médicos e regulatórios aplicáveis são conferidos junto ao serviço responsável pelo tratamento.

Liberação

Confirmado o processo, os oócitos são disponibilizados para utilização pelo serviço responsável.

Utilização terapêutica

O uso acontece dentro do tratamento conduzido pela clínica, e fica registrado na história daquela amostra.

Perguntas

Sobre o banco de oócitos

O que é um banco de oócitos?

É a estrutura que reúne oócitos (óvulos) de doadoras criteriosamente selecionadas, criopreservados e armazenados sob controle, para utilização em tratamentos de Reprodução Humana Assistida conduzidos por clínicas e médicos. Cada amostra tem identificação individual e histórico documentado.

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Quem pode utilizar o banco?

Clínicas e médicos de Reprodução Humana Assistida. Trabalhamos em conjunto com os serviços e profissionais responsáveis pelo tratamento — não atendemos pacientes diretamente. Se você é paciente, converse com seu médico ou com a clínica que acompanha o seu tratamento.

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Como funciona a rastreabilidade?

Cada amostra recebe identificação individual e todas as etapas são registradas — triagem, coleta, processamento, criopreservação, armazenamento, transporte e utilização terapêutica. O sistema permite recuperar essas informações respeitando o sigilo de doadoras e receptoras.

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Quando o banco de doadoras estará disponível para consulta?

A plataforma de consulta de perfis está em desenvolvimento e será integrada a este site. Enquanto isso, clínicas e médicos cadastrados recebem os perfis elegíveis pela nossa equipe, apresentados de forma padronizada e anônima.

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Precisa de perfis para uma paciente?

O caminho começa pelo cadastro da clínica ou do médico responsável pelo tratamento.

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