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Os princípios

Três exigências que vêm antes de qualquer decisão operacional

A doação de gametas no Brasil deve respeitar os princípios de gratuidade, sigilo e segurança, além dos requisitos de triagem clínica e laboratorial estabelecidos pelas normas vigentes.

Gratuidade

A doação de gametas no Brasil deve respeitar o princípio da gratuidade. Não remuneramos doadoras pela doação de seus oócitos.

Sigilo

As informações de doadoras e receptoras são tratadas de forma confidencial, e os perfis são apresentados preservando o anonimato.

Segurança

Triagem clínica e laboratorial conforme os requisitos estabelecidos pelas normas vigentes.

02 — O ponto que não se negocia

Não remuneramos doadoras pela doação de seus oócitos.

A doação de gametas no Brasil deve respeitar o princípio da gratuidade. O que existe no modelo compartilhado é o compartilhamento do material biológico e dos custos relacionados ao procedimento — nunca pagamento pela doação.

Nosso compromisso é garantir que o programa seja conduzido de maneira ética, transparente e em conformidade com a legislação e as normas sanitárias aplicáveis.

Como o modelo funciona

O que doadora e receptora compartilham

No modelo de doação compartilhada, doadora e receptora compartilham o material biológico e os custos relacionados ao procedimento, conforme previsto nas normas do Conselho Federal de Medicina.

A triagem clínica e laboratorial da doadora segue os requisitos estabelecidos pelas normas vigentes, e o anonimato é preservado na apresentação dos perfis ao médico ou à clínica responsável.

Compartilhamento previsto nas normas do Conselho Federal de Medicina. Em nenhum ponto há remuneração pela doação.

Quem faz o quê

Quatro papéis, com fronteiras claras

Saber onde termina a responsabilidade de cada parte é parte da segurança do programa.

A doadora

Participa de forma voluntária e gratuita, após triagem e consentimento livre e esclarecido. Não recebe remuneração pela doação de seus oócitos.

A receptora

É paciente do serviço de Reprodução Humana Assistida que conduz o tratamento. No modelo compartilhado, doadora e receptora compartilham o material biológico e os custos relacionados ao procedimento.

A clínica e o médico assistente

Conduzem o tratamento, definem os critérios da solicitação e tomam a decisão final sobre a utilização da doadora, observando as exigências aplicáveis.

A Gameta’s

Oferece a estrutura especializada: banco de oócitos, gestão de perfis, apoio ao matching, gestão documental, logística e rastreabilidade.

Família reunida na cama pela manhã, com uma criança sorrindo entre os pais
A segurança da paciente, da doadora e da futura família orienta cada decisão.

Anonimato e sigilo

O que é apresentado, e o que nunca é

  • Os perfis são apresentados de maneira padronizada, preservando o anonimato
  • As informações de doadoras e receptoras são tratadas de forma confidencial
  • O tratamento de dados segue as normas éticas, sanitárias e de proteção de dados aplicáveis
  • O acesso às informações é controlado e registrado

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Perguntas

Sobre a doação compartilhada

O que é doação compartilhada?

É o modelo em que doadora e receptora compartilham o material biológico e os custos relacionados ao procedimento, conforme previsto nas normas do Conselho Federal de Medicina. A doação de gametas no Brasil deve respeitar os princípios de gratuidade, sigilo e segurança.

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A doadora é remunerada?

Não. Não remuneramos doadoras pela doação de seus oócitos. A doação de gametas no Brasil deve respeitar o princípio da gratuidade. No modelo compartilhado, o que existe é o compartilhamento do material biológico e dos custos relacionados ao procedimento — nunca pagamento pela doação.

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Como as doadoras são avaliadas?

Por triagem clínica, avaliação laboratorial, investigação de doenças infectocontagiosas, avaliações genéticas conforme critérios estabelecidos e avaliação psicológica quando indicada pelo protocolo do programa. Tudo precedido de consentimento livre e esclarecido.

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O anonimato é preservado?

Sim. Os perfis são disponibilizados ao médico ou à clínica de maneira padronizada, preservando o anonimato e o sigilo. As informações de doadoras e receptoras são tratadas de forma confidencial, respeitando as normas éticas, sanitárias e de proteção de dados aplicáveis.

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É paciente e quer entender o seu caso?

A conversa começa com o médico e a clínica que acompanham o seu tratamento — são eles que avaliam a indicação e conduzem o programa. Estamos à disposição do seu serviço.

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