A doadora
Triagem, avaliações realizadas e consentimento livre e esclarecido — sempre sob sigilo e sem exposição de dados identificáveis.

Rastreabilidade
Cada amostra fica vinculada a registros seguros e recuperáveis, da identificação da doadora até a utilização terapêutica.
A cadeia
A amostra recebe identificação individual na entrada e a carrega até o fim. Cada passagem gera registro.
Por isso, trabalhamos para garantir que cada amostra esteja vinculada a registros seguros e recuperáveis, desde a identificação e triagem da doadora, passando pela coleta, processamento, criopreservação, armazenamento e transporte, até sua utilização terapêutica.
Segurança não é apenas uma promessa. É um processo documentado.
A rastreabilidade é um dos pilares fundamentais do nosso modelo de atuação.
Origem da amostra, com histórico e consentimento registrados.
Avaliação clínica, laboratorial e genética conforme os critérios do programa.
A amostra recebe identificação individual que a acompanha até o fim.
Procedimento conduzido pelo serviço responsável, com registro da data e das condições.
Manipulação laboratorial dentro de protocolos técnicos definidos.
Congelamento que permite armazenar o oócito preservando sua viabilidade.
Guarda controlada, com registro de posição e condições.
Logística especializada, com protocolo de integridade e identificação.
Recebimento e conferência pelo serviço de Reprodução Humana Assistida.
Uso terapêutico documentado, fechando a história daquela amostra.
O que fica registrado
Todas as etapas são documentadas. O sistema permite rastrear as informações relacionadas à doadora, à amostra, ao armazenamento, ao transporte e à utilização terapêutica, respeitando o sigilo das informações.
Triagem, avaliações realizadas e consentimento livre e esclarecido — sempre sob sigilo e sem exposição de dados identificáveis.
Identificação individual, coleta, processamento e criopreservação, com as condições de cada etapa.
Armazenamento com registro de posição e condições, e transporte sob protocolo de integridade e identificação.
Recebimento pela clínica, conferência e uso no tratamento, fechando a história daquela amostra.
Por que isso importa
Um programa de doação de gametas produz perguntas que só aparecem meses ou anos depois: de onde veio esta amostra, que avaliações foram feitas, em que condições ela foi guardada, quem a transportou, quando foi utilizada.
Sem registro, essas perguntas não têm resposta. Por isso a rastreabilidade é um dos pilares fundamentais do nosso modelo de atuação — e não um recurso acessório.

Perguntas
Cada amostra recebe identificação individual e todas as etapas são registradas — triagem, coleta, processamento, criopreservação, armazenamento, transporte e utilização terapêutica. O sistema permite recuperar essas informações respeitando o sigilo de doadoras e receptoras.
Sim. Os perfis são disponibilizados ao médico ou à clínica de maneira padronizada, preservando o anonimato e o sigilo. As informações de doadoras e receptoras são tratadas de forma confidencial, respeitando as normas éticas, sanitárias e de proteção de dados aplicáveis.
É a estrutura que reúne oócitos (óvulos) de doadoras criteriosamente selecionadas, criopreservados e armazenados sob controle, para utilização em tratamentos de Reprodução Humana Assistida conduzidos por clínicas e médicos. Cada amostra tem identificação individual e histórico documentado.
Quer ver como esse registro aparece na prática do seu serviço? Fale com a nossa equipe.